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II Rally dos Vinhedos – 13 Julho de 2013

O II Rally dos Vinhedos terá largada na belíssima Vinicola Salton www.salton.com.br , almoço no Restaurante Canta Maria www.cantamaria.com.br e jantar de premiação na Trattoria Mama Gema www.mammagema.com.br no Vale dos Vinhedos.

Serão aproximadamente 200 km conduzidos por áreas de suaves colinas cobertas por parreirais, plátanos e araucárias.

Atualmente é conhecida como a região que produz os melhores vinhos brasileiros e representa o legado cultural e histórico deixado pelos imigrantes italianos, chegados ao Brasil em 1875 em Bento Gonçalves.

Vales e montanhas cobertos de parreirais marcam a beleza da região, hoje visitado por quem aprecia o enoturismo.

São pequenas propriedades rurais dividindo espaço com vinícolas renomadas, que ao longo dos últimos anos conquistaram destaque nacional e internacional pela qualidade e personalidade dos seus vinhos. Mais informacões sobre a regiõo no site Turismo Bento. www.turismobento.com.br

Kombi sairá de linha em 2013, mas terá substituta.

Sucessora não será modelo vendido pela Volks no mercado europeu, preço inicial será igual ao da atual

A Kombi, primeiro veículo produzido pela Volkswagen no Brasil e que continua sendo fabricado até hoje, será descontinuado no final de 2013. O motivo que levará ao encerramento da vida do utilitário mais antigo do País é o não cumprimento das exigências de segurança, que passam a vigorar a partir de 2014 e obrigam os veículos novos comercializados no Brasil a terem airbags e freios ABS.

As informações passadas ao Carsale, de forma exclusiva, por uma fonte ligada à fabricante alemã colocam um ponto final nas especulações sobre o futuro da Kombi e adiantam detalhes sobre os próximos passos que a marca pretende seguir.
De acordo com o informante, “a Kombi como conhecemos hoje não será mais fabricada”. Mas isso não significa que  Volkswagen acabará com a história da Velha Senhora. A fabricante já está trabalhando em um modelo substituto.

Pensando no fiel público consumidor do utilitário, que preza por uma boa relação custo-benefício e baixo custo de manutenção, o novo veículo, que atenderá as exigências da legislação, deve chegar com preço praticamente igual ao do atual modelo. E para quem quiser algo mais sofisticado também serão oferecidas versões com mais equipamentos e que elevarão o valor do veículo.

Pistas sobre a sucessora

Esqueça tudo o que você sabe sobre o primeiro utilitário brasileiro. A sucessora da Kombi será totalmente diferente. Inclusive, não será desenvolvida pelas mãos dos engenheiros da Volkswagen. Isso quer dizer que a vinda de um dos modelos vendidos pela Volkswagen no mercado europeu está descartada. De acordo com a fonte, a fabricante alemã comprará a patente de um carro criado por outra empresa e o venderá com o logo da VW.

No entanto, não conseguimos confirmar se o veículo será desenvolvido exclusivamente para a Volks ou se já existe e é comercializado em outros mercados – como a Renault faz atualmente no Brasil, vendendo com a sua marca os carros da romena Dacia.

Curiosidades sobre a Kombi

– A Kombi surgiu da ideia de criar um veículo de carga com peças usadas no Fusca. O projeto foi liderado pelo holandês Ben Pon, em 1947. E em 8 de março de 1950 a primeira unidade da Kombi saiu da linha de produção da fábrica de Wolfsburg, na Alemanha.

– Sabe o que significa Kombinationsfahrzeug? Essa sopa de letrinhas é o nome original do veículo. Em alemão, quer dizer “combinação de veículos”.

– Em 2 setembro de 1957 começava a produção da Kombi no Brasil. Na época, o índice de peças nacionais era de 50%. Na década de 1960 a nacionalização passou para 95%.

– A versão de seis portas surgiu aqui em 1961 e, em 1967, chegava a configuração picape com motor 1.5 litro. A nova frente e o motor 1.6 estrearam em 1976. A dupla carburação chegou em 1978 e, no ano seguinte, o motor podia ser refrigerado a água. Na década de 1980 surgem as variantes a diesel e a álcool. Em 1997, surge a porta corrediça e desenho mais atual. Em 2006, estreia o motor 1.4 flex, que equipa a Kombi no Brasil até hoje.

– Atualmente, a Kombi tem 55 anos de produção no Brasil e 62 anos de fabricação mundial. A Velha Senhora, será aposentada com 56 anos de Brasil e aos 63 anos de idade; o Fusca teve sua produção encerrada mundialmente aos 65 anos.

Fonte: Carsale

Canal do Otário – Muito bom!!!

Canal do Otário, um canal no Youtube, que diz tudo que você sabe e não sabe sobre este Brasil que amamos, onde políticos corruptos (99,99%) estão roubando na cara do Povo. Diga-se por culpa do próprio Povo!!!

Visite: http://www.youtube.com/user/OtarioAnonymous

Óleo pegando Fogo – Perigo!!!

Principal dica é: caso você não saiba exatamente o que fazer, evacue a área de incêndio e chame ou a brigada ou os Bombeiros para tratarem do tema. Não se meta a fazer o que você não sabe, sob pena de risco de morte.

Como apagar fogo em óleo quente.
É bom saber como agir.
Caso você esqueça no fogo a panela ou frigideira com óleo, e esse pegue fogo, NÃO ENTRE EM PÂNICO. Siga as instruções abaixo. Repasse aos seus amigos, ensine seus empregados, mostre aos seus filhos.

  1. DESLIGUE O FOGO.
  2. MOLHE um pano, torça-o, retirando o excesso de água, para que este NÃO PINGUE.
  3. Coloque o pano sobre a panela/frigideira e espere até que esfrie (não saia mais vapor).
  4. NUNCA TENTE MOVER A PANELA ou a FRIGIDEIRA.
  5. NUNCA JOGUE ÁGUANUNCA JOGUE ÁGUA , pois os respingos carregarão fogo junto e os efeitos são devastadores.Veja o filme!

Vamos acabar com o Roubo de Celulares

A DICA É MUITO INTERESSANTE,  ATÉ PORQUE POUCA GENTE   TEM O HÁBITO DE LER MANUAIS.
 Agora, com esta história do ‘Chip’, o interesse dos ladrões por aparelhos celulares aumentou. É só ele comprar um novo chip por um preço médio de R$30,00 em uma operadora e o instalar no aparelho roubado.  Por isso, está generalizado o roubo de aparelhos celulares.
Segue, então, uma informação útil que os comerciantes de celulares não divulgam. Uma espécie de vingança para quando roubarem celulares.
Para obter o número de série do seutelefone celular (GSM), digite *#06#  Aparecerá no visor um código de algarismos.. Este código é único!!!  Anote e guarde-o  com cuidado!!!
Se roubarem seu celular, telefone para sua operadora e informe este código. O seu telefone poderá então ser completamente bloqueado, mesmo que o ladrão mude o ‘Chip’.  Provavelmente, você não recuperará o aparelho, mas quem quer que o tenha roubado não poderá mais utilizá-lo.
Se todos tomarem esta precaução, imagine, o roubo de celulares se tornará inútil. Envie isto a todos e não esqueça de anotar o número de série do seu celular!!!
DIVULGUEM ESTA MENSAGEM PARA OS SEUS CONTATOS.

Ilha de Man

As lendárias corridas de moto na Ilha de Man, uma pequena extensão de terra entre a Irlanda e a Inglaterra, são conhecidas no mundo por serem extremamente desafiadoras e perigosas. A prova ficou conhecida mundialmente como Tourism Trophy – Ilha de Man e atrai a atenção de curiosos e fãs de velocidade desde 1907, quando foi realizada e primeira edição.

A corrida é disputada nas ruas e estrada da ilha (ou seja, sem a segurança das áreas de escape), tem um traçado sinuoso em terreno montanhoso e uma extensão de 37 milhas (60 quilômetros). A velocidade média das motos mais potentes beira os 200 km/h. Sem dúvida uma prova que vale especialmente para os pilotos mais destemidos.

A fama do TT Ilha de Man ser considerada a mais desafiadora e famosa prova de motovelocidade do mundo vêm do grande número de acidentes e cerca de 200 fatalidades em mais de 100 anos de corridas.

Site Oficial da prova www.iomtt.com.

Autobahn completa 80 anos ainda associada era nazista

Autobahn completa 80 anos ainda associada era nazista

No dia 6 de agosto de 1932 foi inaugurada a primeira autoestrada da Alemanha, hoje chamada A 555. Muitas pessoas ainda acreditam que ela foi uma invenção nazista para erradicar o desemprego. Mas isso não passa de mito.

Com força, Adolf Hitler afunda a pá no monte de areia, cercado por soldados. Um deles segura uma câmera para fotografar o ditador e documentar a cerimônia de inauguração das obras em mais um trecho de estrada. Essa era uma imagem comum, encontrada em todo o país naquela época. Mais frequentemente ainda nos locais onde pequenos trechos da “Reichsautobahn” eram construídos.

Toda aquela encenação tinha só um objetivo: chegar ao conhecimento de todos os alemães. As cerimônias inaugurais de obras ou de trechos das “autobahn” eram encenadas e celebradas com zelo especial.

Hitler descobre a Autobahn para si

Era uma estranha transformação, pois apenas alguns anos antes, amplos setores do NSDAP, partido nazista de Hitler, sabotava, juntamente com o Partido Comunista, a construção das “ruas só para carros”, como eram conhecidas no princípio as largas rodovias com calçamento de lajes de concreto. Os nazistas acusavam o projeto de “servir apenas a ricos aristocratas, a capitalistas judeus e aos seus interesses”, e ficavam longe das negociações políticas sobre o financiamento das rodovias. Somente quando Adolf Hitler chegou ao poder, em 1933, os nazistas descobriram a Autobahn para seus próprios interesses.

Adolf Hitler: inícios das obras e inaugurações eram bem encenados

Até 1929, aconstrução de autoestradas na Alemanha era impedida pela crise econômica e a falta de capital. A Alemanha sofria sob as consequências da hiperinflação, desemprego em massa e dos pagamentos de indenizações pela Primeira Guerra Mundial. Apenas o então prefeito de Colônia, Konrad Adenauer, foi bem-sucedido, em 6 de agosto de 1932, na construção e financiamento da primeira autoestrada sem cruzamento entre Colônia e Bonn, a atual A 555. O percurso tinha, então, 20 quilômetros, com velocidade máxima permitida de 120 quilômetrospor hora, numa época em que a maioria dos carros só conseguia atingir metade dessa velocidade. A área em torno de Colônia era tida na época como de maior trânsito do país. Apenas seis meses após sua abertura, o governo nazista rebaixou a categoria da rodovia, com objetivo de poder reclamar para si o título de construtor da primeira Autobahn.
Via para testes em Berlim.
Mas já em 1909, industriais fãs de automóveis e cidadãos influentes se uniram para a construção de uma via por onde os carros pudessem trafegar livremente, sem poeira nem sujeira e sem serem atrapalhados por pedestres ou carroças puxadas a cavalo. Em 1913, começaram as obras da “Automobil-Verkehrs und Übungsstraße” (via de trânsito e testes de automóveis, em tradução livre), por cuja sigla, Avus, ela é até hoje conhecida.

Um carro para o povo: o mito do Volkswagen também começava

Em vez dos previstos 17 quilômetros, o dinheiro só foi suficiente para construir 10 quilômetrosde estrada nos arredores de Berlim. A Primeira Guerra Mundial fez com que os trabalhos fossem interrompidos, e depois de 1921 o percurso foi usado principalmente para corridas e testes de carros esportivos cada vez mais rápidos.
Uma associação fundada em 1926 começou a se empenhar na construção de uma rede de estradas por toda Alemanha, de Hamburgo, passando por Frankfurt e indo até a Basileia. A iniciativa HaFraBa era rejeitada por nazistas, mas após Hitler chegar ao poder, os planos da HaFraBa foram em parte incorporados pelo governo, e o nome da associação foi mudado para “Gesellschaft zur Vorbereitung der Reichsautobahnen” (Sociedade para Preparo das Autoestradas do Reich, em tradução livre).

Mobilidade para todos

Segundo historiadores, Adolf Hitler apenas aproveitou para aderir a um movimento mundial em favor da mobilidade que começava a surgir na época. Ele reconheceu, no entanto, a oportunidade de seduzir uma nação e garantir seu próprio poder através de uma empreitada que parecia sem sentido para a época. Porque uma coisa era clara: muito poucos alemães tinham dinheiro para comprar um carro e usar as novas estradas. A propaganda nazista, no entanto, prometia a mobilidade do povo alemão, não apenas dos ricos, mas da populaçãoem geral. Assimnascia a ideia do Volkswagen, o “carro do povo”. Além disso, a autoestrada deveria, por pressão de Hitler, disponibilizar uma linha linha expressa de ônibus em seus primeiros trechos.

Propaganda nazista se apropriou de uma ideia que rejeitava antes da era Hitler

A cada ano, mil quilômetros de estrada deveriam ser concluídos, segundo a ordem de Hitler. Em 1934, ele falou sobre o início de uma “batalha de trabalho”, anunciando, assim, reduzir o elevado número de desempregados. Pelo menos 600 mil novos postos de trabalho deveriam ser criados pela construção das estradas. Mas nos períodos mais intensos, apenas cerca de 120 mil homens foram postos em ação com pás e picaretas. A construção de rodovias foi marcada por doenças, mortes, fome e miséria. Ocorreram greves. Os líderes das greves eram enviados para campos de concentração. O povo, entretanto, não ficou sabendo de nada disso.

O mito Autobahn

No decorrer dos anos, cada vez mais pessoas encontraram emprego da indústria bélica, que vivia um período de grande crescimento. foi ela que reduziu o desemprego, mas não a construção de autoestradas. Durante os anos de guerra, cada vez mais prisioneiros e trabalhadores forçados judeus foram empregados na construção das rodovias. Os homens que originalmente trabalhavam na construção de estradas foram mandados para a guerra. Em 1941, somente cerca de3.800 quilômetrosde autoestradas foram concluídos. Entre 1941 e 1942, os trabalhos de construção chegaram a ser quase inteiramente suspensos. A partir do segundo semestre de 1943, as autoestradas foram liberadas para ciclistas, devido ao baixo tráfego de veículos motorizados.

Sobretudo desempregados eram convocados para trabalhar na construção de autoestradas

A propaganda nazista manteve o mito Autobahn por anos a fio, e com sucesso. Filmes e fotos mostram grupos de trabalhadores em ação em autoestradas, numa época em que as obras há muito tinham sido suspensas. Essas imagens ficaram na memória de toda uma geração de alemães. Os nazistas tinham alcançado seu objetivo.

Autor: Wolfgang Dick (md).

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